SOLICITAR PROPOSTA

PRONTO!

Seu formulário foi enviado com sucesso, aguarde nosso contato!

ERRO!

O(os) campo(os) marcados não foi (foram) preenchido(os) corretamente.

ERRO!

Aceito Receber Comunicação via Email

Aceito Receber Comunicação via Celular

Novidades

21

Jun

City é ótima opção para uso no dia a dia

Se você não se lembra do Honda City quando pensa nos sedãs compactos, deveria. Depois de ganhar nova geração no final de 2014, com visual totalmente atualizado, o modelo incorporou pequenas alterações para a linha 2016, mas, mesmo assim, está muito bem frente a seus principais rivais. Ele ocupa hoje a segunda posição no ranking de vendas da Fenabrave (associação de revendedores) em sua categoria, perdendo apenas para o Chevrolet Cobalt – é importante destacar que a Fenabrave possui outra categoria para os sedãs pequenos como Hyundai HB20S,Chevrolet Prisma e Renault Logan.

Com 4.595 unidades vendidas no primeiro trimestre deste ano, o City tem números de vendas próximos de Logan, Nissan Versa e Ford Ka+, por exemplo. No modelo 2016, não houve mudanças visuais ou mecânicas, acrescentando apenas mais equipamentos de série em cada versão, assim como aconteceu com o irmão Fit. OiCarros avaliou a configuração intermediária LX, que custa R$ 69 mil, mas há opções entre R$ 59.400 e R$ 79.800.

Por dentro do City

As novidades nos equipamentos de série ficam por conta das maçanetas internas cromadas e dos comandos de áudio no volante. Somam-se a isso os itens já oferecidos: ar-condicionado, direção elétrica progressiva, volante e banco do motorista com regulagens de altura e profundidade, computador de bordo, trio elétrico (nas quatro portas), alarme, chave tipo canivete e um rádio bem simples com entrada USB e conexão Bluetooth.

Por falar em simples, o acabamento é sóbrio, sem grandes inovações no desenho, mas a escolha dos materiais é boa e os comandos ficam todos à mão. O rádio, infelizmente, parece básico demais para a faixa de preço de R$ 70 mil. Quem viaja no banco traseiro encontra bom espaço para pernas e cabeça graças aos 2,60 m de entre-eixos. Além disso, o assoalho plano ajuda a acomodar com conforto uma terceira pessoa no meio. O porta-malas de 485 litros também não está nada mal para levar a bagagem de toda a família. Segundo a fabricante, são 485 litros acima da tampa do estepe e mais 51 litros abaixo desta (para objetos menores), totalizando 536 litros.

Desempenho parece familiar

O City conta com motor 1.5 16V flex que rende 116 cv de potência e 15,3 kgfm de toque com etanol em todas as versões. No modelo avaliado, a transmissão é a automática do tipo CVT (continuamente variável), mas não é possível simular as sete marchas como nas versões mais caras EX e EXL devido à ausência de trocas sequencias na alavanca ou em borboletas atrás do volante. A configuração LX oferece somente as opções “S” e “L”: a primeira é recomendada quando o motorista deseja melhor aceleração ou quando precisa de mais freio-motor, enquanto a segunda é ideal para subir ou descer ladeiras íngremes.

O motor 1.5 parece ter casado bem com o sedã de 1.520 kg, mas o câmbio CVT deixa o carro mais lento. Ao pisar fundo no pedal do acelerador, o City ganha velocidade (bem) progressivamente, o que é conveniente em uso urbano, mas pode exigir precaução em ultrapassagens em uma estrada – lembrando que essa versão não tem borboletas para fazer as reduções manualmente. E se você pisar fundo, esteja preparado para encerrar por uns momentos a conversa dentro da cabine, porque o nível de ruído se mantém um problema no sedã.

Apesar do desempenho comedido, o consumo não foi muito bem rodando a maior parte do tempo em congestionamentos, com média de 5,2 km/l com etanol no tanque e o ar-condicionado ligado. Segundo dados do Inmetro, o sedã faz 8,5 km/l na cidade e 10,3 km/l na estrada com etanol, enquanto os números com gasolina são 12,3 km/l e 14,5 km/l, respectivamente, recebendo com estes números a nota A na categoria. E para ajudar nesse aspecto, um indicador escrito ECO acende no painel sempre que o condutor estiver dirigindo de modo econômico.

No mais, o carro é uma ótima pedida, com suspensão macia para favorecer o conforto em qualquer piso, boa dirigibilidade, direção direta e com peso ideal em diferentes velocidades (lembre-se que ela é progressiva) e posição confortável para guiar. Faltam alguns itens considerados essenciais para um carro de R$ 70 mil, como sensor de estacionamento traseiro e acendimento automático dos faróis. Caro, o City também cobra alto pelas revisões, que somam R$ 4.414 até os 60 mil km. As duas primeiras de 10 e 20 mil km cobram R$ 242 e R$ 353, respectivamente, enquanto a terceira de 30 mil km sobe para R$ 445 e a quarta de 40 mil km chega a R$ 1.623, a mais cara nesse período.

Donos de Honda costumam se manter fiéis à marca e o City chegou para atender muito bem o consumidor que está saindo do Fit e precisa de um carro maior. Se você pensou no SUV HR-V, ele está um pouco acima no preço, variando entre R$ 78.700 e R$ 99.200 – por isso, é mais próximo da faixa do sedã médio Civic. 

 
Fonte: iCarros.